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Nomeada “Rising Star” no Saxofone em 2008 pela Downbeat Critics Poll
Saxofonista Baritono, Lauren Sevian actua como profissional desde os 12 anos; o piano foi o seu primeiro instrumento e posteriormente o saxofone. Durante o liceu, tocou em vários grupos, inlcuindo o Grammy All-American high School Band. Com 16 anos ganhou a competição de solistas Count Basie Invitational tal como a oportunidade de tocar com a Count Basie Orchestra. Aos 17 anos já tinha tocado no Carnegie Hall, Lincoln center e Village Vanguard. Seguindo o conselho de um dos seus professores, Lauren concorreu para a Manhattan School of Music onde foi aceite. Aí estudou com Mark Turner, Steve Slagle, Donny McCaslin, Joe Temperley, e Mike Abene. Sendo ainda aluna da Manhattan School of Music,Lauren comecou a fazer tournees com a famosa big band Diva. Esta experiência deu-lhe a confirmação de que a vida a viajar como artista era o que Lauren mais aspirava. Depois de regressar da tournee com a big band Diva, Lauren completou os seus estudos, graduando-se em apenas 3 anos e meio.
Depois de se graduar, Sevian tornou-se membro regular de grupos de alto nível como: Mingus Big Band, Mingus Epitaph Orchestra, Artie Shaw Orchestra, , Howard Johnson's "Bear-tones”,, JC Hopkins Biggish Band, Ada Rovatti's Elephunk, the Big "O" Orchestra, Travis Sullivan's Bjorkestra, e Todd Londagin Big Band. Lauren Sevian actua não só como sideman mas também como líder do seu próprio grupo “LSQ” com George Colligan (piano), Boris Kozlov (baixo) & Johnathan Blake (bateria).
Sevian tocou pelo mundo fora em inúmeros clubes e festivais, com grupos como a Mingus Orchestra, Mario Pavone's Septet, Frank Lacy's Vibe Tribe, Benny Rietveld & the Matching Ensemble, Valery Ponomarov's Big Band, Jack Jeffers Big Band, the Harlem Renaissance Orchestra, Charli Persip's Supersound, Travis Sullivan's Identity Crisis, Mike Hashim's Billy Strayhorn Orchestra, Kendrick Oliver and the New Life Jazz Orchestra, David Cassidy & "the Rat Pack is Back", Mike Smith's Supper Club Orchestra, Sweet Divines, Stan Rubin Orchestra, Earl McIntyre's Big Band, Diva, Van Dells, Benny Goodman Tribute Orchestra, Harry James Orchestra, Steve Slagle's Sax Quartet, Blue #9, Howard Williams Jazz Orchestra, Ryles Jazz Orchestra, Gary Wofsey Jazz Orchestra, Istanbul Orchestra, Super 7, George Gee Orchestra, John Malino Big Band, singers David Cassidy, Justine "Baby" Washington, Maxine Brown, Quinn Lemley, Deian McBride, Josh Weinstein, Liz Winie e muitos outros.
Nos últimos anos, Sevian gravou também com diversos projectos tais como Travis Sullivan's Bjorkestra (Enjoy, Koch Records), Greg Osby, Joan Osbourne (Breakfast in Bed, Time Life), TomBarber, Ada Rovatti & Elephunk, (For Rent, Apria Records) Liz Winick, Blue Man Group, e Lucy Woodward.
Sevian foi destacada pela imprensa em publicações como Saxophone Journal, Hothouse, the Boston Globe, e Newsday. Em 2008 foi nomeada “Rising Star” na categoria de saxofone barítono pela Downbeat Critics Poll. Lauren Sevian apareceu também num filme de Hollywood, “Mona Lisa Smile” onde entra Julia Roberts.
Para além de actuações ao vivo, Lauren dá aulas regularmente em locais como Litchfield Jazz Camp, Brooklyn Conservatory, YMCA, NY Pops Outreach, Musician’s General Store, Brooklyn Music School .
Em Abril de 2008 Lauren foi convidada para participar no Monterey Jazz Festival “Next Generation” onde actuou com Christian McBride, Terry-Lynn Carrington, George Duke, Corey Christiansen, Billy Harper, Ron Westray, Sal Cracchiolo.
Filosofia de Vida: Criar sem medo ou sem auto crítica. O medo estagna as acções de movimento, das quais a música precisa para sobreviver. Permitir-nos a nós próprios a liberdade de practicar, compôr, trasncrever, ouvir sem pensamentos negativos conduz-nos à creatividade. Sê consciente das falhas mas não deixes os erros envenenarem os teus objectivos. Isto é mais fácil de dizer do que fazer, dado que a música é uma aventura de uma vida.
É melhor ter longevidade do que fama. O sucesso é optimo, mas é importante não nos deixarmos iludir quando atingimos os nossos objectivos. Há sempre uma nova canção, solo ou escala para aprender. Sucessos creativos são muito mais gratificantes do que sucessos materiais e os seus efeitos muito mais duradouros. Pôr o nosso ego de lado é dificil de fazer . Assume que nada é de graca na vida. Isto dar-te–á auto-disciplina. Mais uma vez, é mais facil de se dizer do que se fazer…
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